Você já sentiu uma dor abdominal tão incômoda que não sabia se era algo simples ou sinal de um problema grave?
A dor abdominal é um sintoma comum, mas com causas que variam de má digestão a doenças que exigem atendimento médico imediato. Saber identificar quando ela é passageira e quando pode representar um risco à saúde é fundamental para agir no momento certo.
Neste guia, você vai entender as principais causas, tipos, exames indicados e situações em que é necessário buscar ajuda com urgência.
A dor abdominal pode ter origem digestiva, urinária, ginecológica, musculoesquelética ou até emocional. Entre as causas mais comuns estão:
Inflamação da mucosa do estômago, geralmente causada por Helicobacter pylori, uso de anti-inflamatórios ou dieta desequilibrada. Provoca dor na parte superior do abdome, podendo piorar após as refeições.
Ferida no estômago ou duodeno, causada por infecção bacteriana ou uso prolongado de certos medicamentos. A dor pode melhorar ou piorar com a ingestão de alimentos.
Inflamação do apêndice, com dor que começa difusa e migra para a parte inferior direita do abdome. É acompanhada de febre, náuseas e requer cirurgia de urgência.
Cristais que se formam na vesícula e podem obstruir o fluxo da bile, causando dor intensa no lado superior direito, principalmente após refeições gordurosas.
Distúrbio funcional caracterizado por dor abdominal recorrente associada a diarreia, constipação ou ambos.
Inflamação do trato urinário causada por bactérias, gerando dor na parte inferior do abdome, ardência e urgência para urinar.
Inflamação do pâncreas, com dor intensa irradiada para as costas, náuseas e vômitos. Pode ter origem alcoólica, por cálculos biliares ou triglicerídeos elevados.
Ocorre quando um órgão ou tecido ultrapassa a parede abdominal, provocando dor localizada e abaulamento.
Crescimento anormal de tecido semelhante ao endométrio fora do útero, causando dor pélvica crônica, que piora no período menstrual.
Acúmulo de fezes no intestino, provocando distensão e dor difusa.
É considerada preocupante quando é intensa, súbita, acompanhada de febre alta, vômitos persistentes, fezes com sangue, icterícia, dificuldade respiratória ou alteração de consciência. Nesses casos, a avaliação médica deve ser imediata.
A dor inicia difusa no abdome e, após algumas horas, localiza-se no quadrante inferior direito, tornando-se mais intensa e contínua.
Dor que não melhora, piora progressivamente, vem acompanhada de desmaios, suor frio, vômitos com sangue ou rigidez abdominal indica gravidade e exige atendimento urgente.
Sim. Estresse e ansiedade podem desencadear ou agravar dores abdominais, especialmente em condições como síndrome do intestino irritável e gastrite nervosa.
A medicação depende da causa. Analgésicos leves e antiespasmódicos podem ajudar em dores simples, mas a automedicação é arriscada. O ideal é buscar diagnóstico médico.
Sim. No início da gestação, pode haver desconforto abdominal leve devido a mudanças hormonais e crescimento uterino. Dores intensas, no entanto, devem ser investigadas.
Pode indicar apendicite, cálculos biliares ou problemas no fígado. O risco depende da causa, e a avaliação médica é essencial.
É a dor que se espalha por todo o abdome, comum em infecções virais, peritonite ou problemas funcionais.
A escolha dos exames depende da avaliação clínica. Entre os mais indicados estão:
Analisa glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas. Permite identificar infecções, inflamações e anemias que podem estar associadas à dor no abdome.
Detecta infecções urinárias e alterações nos rins por meio da análise física, química e microscópica da urina.
Mede a quantidade de glicose no sangue após jejum de 8 horas, podendo indicar distúrbios metabólicos, como o diabetes, que em alguns casos se associam a desconfortos abdominais.
Avaliam hormônios como T4 livre, TSH, FSH, LH e estradiol, ajudando a identificar desequilíbrios hormonais que podem provocar sintomas digestivos ou dor no abdome.
Sim. Tumores no estômago, fígado, pâncreas, cólon ou ovários podem causar dor abdominal, especialmente quando já avançados. A investigação precoce aumenta as chances de tratamento eficaz.
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