Você já sentiu alterações persistentes no funcionamento do seu intestino e ficou em dúvida se poderia ser algo grave? O câncer colorretal é um dos tipos de câncer mais comuns no mundo e pode afetar tanto o cólon quanto o reto.
Muitas vezes, ele se desenvolve de forma silenciosa, sem sinais evidentes, mas quando detectado precocemente, as chances de cura são muito altas. Por isso, é fundamental conhecer seus sintomas, fatores de risco e formas de prevenção.
O câncer colorretal é um tumor maligno que se desenvolve no intestino grosso, especificamente no cólon ou no reto. Na maioria dos casos, ele se origina de pólipos, que são pequenas lesões na mucosa intestinal e que, com o tempo, podem sofrer alterações e se transformar em câncer.
É uma doença que evolui lentamente, o que torna a detecção precoce essencial para o tratamento eficaz.
Embora possa ser assintomático nos estágios iniciais, o câncer colorretal pode apresentar sinais como:
Pode ser vermelho vivo ou escuro, misturado às fezes ou visível no papel higiênico. É um dos sinais mais frequentes.
Mudança persistente no padrão de evacuação, como diarreia, constipação ou alternância entre ambas.
Sensação de cólica, desconforto ou dor contínua, que pode variar de leve a intensa.
Ocorre pela combinação de menor absorção de nutrientes e gasto energético aumentado pela doença.
Alteração no formato das fezes devido ao estreitamento do intestino pela presença do tumor.
Provocada por sangramento crônico, gerando cansaço, palidez e falta de ar.
Muito comum quando o tumor está localizado no reto.
Sim, especialmente quando diagnosticado no início. O tratamento precoce pode alcançar taxas de cura superiores a 90%.
A abordagem costuma envolver cirurgia para retirada do tumor, podendo ser combinada com quimioterapia e/ou radioterapia, dependendo do estágio da doença.
O termo “câncer de intestino” é genérico e pode se referir a tumores em qualquer parte do intestino, tanto no intestino delgado quanto no grosso.
Já o câncer colorretal é um subtipo específico de câncer de intestino que afeta exclusivamente o cólon (porção maior do intestino grosso) e o reto (parte final do intestino).
Ou seja, todo câncer colorretal é um câncer de intestino, mas nem todo câncer de intestino é colorretal.
O diagnóstico envolve avaliação clínica e exames laboratoriais e de imagem. Entre os exames laboratoriais, destacam-se:
Esses exames ajudam a direcionar a necessidade de investigações mais aprofundadas, como a colonoscopia.
A colonoscopia é o exame mais eficaz para diagnosticar o câncer colorretal, pois permite visualizar diretamente todo o cólon e o reto, identificando lesões suspeitas como pólipos, inflamações ou áreas com alterações na mucosa.
Durante o procedimento, é possível remover pólipos antes que evoluam para câncer e coletar amostras de tecido para biópsia, que confirma o diagnóstico.
Embora a colonoscopia seja o padrão-ouro, exames laboratoriais ajudam a indicar a necessidade do procedimento. A pesquisa de sangue oculto nas fezes, por exemplo, detecta pequenas quantidades de sangue invisíveis a olho nu e pode revelar sangramentos iniciais causados por tumores.
O hemograma completo auxilia na detecção de anemia ferropriva, comum em casos de sangramento crônico do intestino. Já a dosagem de ferro sérico e ferritina contribui para confirmar a perda de sangue prolongada, enquanto o marcador tumoral CEA é útil para acompanhamento e monitoramento após o diagnóstico, mas não substitui métodos de triagem.
Essas análises permitem que a indicação da colonoscopia seja mais precisa, inclusive em pacientes sem sintomas evidentes, aumentando as chances de detectar o câncer colorretal precocemente e oferecer um tratamento curativo.
Sim. Em fases iniciais, ele pode não apresentar sintomas perceptíveis, o que reforça a importância dos exames de rastreamento, mesmo em pessoas sem queixas.
O tratamento depende do estágio da doença e pode incluir:
Pode ser. Cerca de 5% a 10% dos casos estão ligados a síndromes hereditárias, como a polipose adenomatosa familiar e a síndrome de Lynch. Nessas situações, o risco de desenvolver a doença ao longo da vida é significativamente maior.
A taxa de sobrevivência varia conforme o estágio no momento do diagnóstico.
Quando identificado precocemente, a sobrevida em cinco anos pode ultrapassar 90%. Já em estágios avançados, essa taxa diminui, reforçando a importância do rastreamento e da detecção precoce.
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