Você já sentiu alterações persistentes no funcionamento do seu intestino e ficou em dúvida se poderia ser algo grave?
O câncer de intestino, também chamado de câncer colorretal, é uma das doenças malignas mais frequentes no Brasil e no mundo. Ele pode se desenvolver silenciosamente por meses ou até anos, mas costuma apresentar sinais de alerta quando a doença evolui.
Reconhecer os sintomas precocemente e realizar exames de rastreamento é fundamental para aumentar as chances de cura.
O câncer de intestino pode afetar tanto o cólon quanto o reto, e seus sintomas variam conforme o tamanho e a localização do tumor. Os principais sinais e sintomas incluem:
Pode ser visível (vermelho vivo) ou oculto (detectado apenas por exames). O sangue vivo geralmente indica sangramento mais próximo da saída do reto, enquanto fezes escurecidas (melena) sugerem sangramento mais alto no trato intestinal.
Mudança repentina e persistente no padrão de evacuação, como diarreia frequente, constipação prolongada ou alternância entre ambas.
Sensação de cólica, desconforto ou dor localizada que não melhora com medidas simples. Pode ser causada pelo crescimento do tumor, que altera o trânsito intestinal.
Ocorre devido ao gasto energético aumentado pelo câncer, à redução da absorção de nutrientes e ao efeito inflamatório sistêmico da doença.
Sangramentos crônicos levam à perda de ferro, causando anemia ferropriva. Os sintomas incluem fadiga, palidez, falta de ar e tontura.
Podem indicar estreitamento do intestino por causa do tumor, dificultando a passagem do bolo fecal.
Ocorre principalmente quando o tumor está no reto, gerando sensação constante de que ainda há fezes para eliminar.
O acúmulo de gases pode ocorrer por obstrução parcial do intestino ou alteração da microbiota intestinal.
Podem aparecer em casos mais avançados, especialmente quando o tumor provoca obstrução intestinal.
O câncer de intestino tem altas chances de cura quando identificado nas fases iniciais. Nesses casos, o tratamento principal é a cirurgia para remoção completa do tumor e das áreas comprometidas, preservando o máximo possível da função intestinal.
Dependendo do estágio, pode ser necessário associar quimioterapia e/ou radioterapia para eliminar células cancerígenas residuais e reduzir o risco de recidiva.
Quando diagnosticado precocemente, as taxas de cura podem superar 90%, reforçando a importância da detecção e do tratamento imediato.
A confirmação do diagnóstico depende de exames como a colonoscopia, que permite visualizar o interior do intestino e coletar amostras para biópsia.
Sinais persistentes, como sangue nas fezes, alterações no hábito intestinal, anemia e perda de peso sem motivo aparente, são fortes indicações para procurar um gastroenterologista.
Sim. A dor pode variar:
O sangramento pode ser causado por hemorroidas, fissuras anais, pólipos benignos, doenças inflamatórias intestinais ou infecções.
Porém, nenhum sangramento deve ser ignorado, pois o câncer colorretal também é uma causa possível.
O acúmulo de gases e o aumento do volume abdominal podem ocorrer por obstrução parcial do trânsito intestinal ou alteração da flora intestinal causada pelo tumor.
Em muitos casos, o primeiro sinal detectável é sangue oculto nas fezes, que não é visível a olho nu. Por isso, exames preventivos, como a pesquisa de sangue oculto, são importantes mesmo para pessoas sem sintomas.
Embora câncer de intestino e hemorroida possam apresentar um sintoma em comum, o sangramento nas fezes, existem diferenças importantes:
Se o sangramento persistir ou vier acompanhado de outros sinais, como anemia, dor abdominal ou alteração no formato das fezes, é fundamental realizar exames como a colonoscopia para descartar o câncer.
Sim. O emagrecimento pode ocorrer por múltiplos fatores:
Sim, especialmente quando há dor abdominal alta, náuseas ou desconforto pós-refeição.
A diferença é que a gastrite afeta o estômago e está mais associada a queimação, azia e sensação de estufamento precoce, enquanto o câncer de intestino frequentemente provoca alteração nas fezes, sangramentos e anemia.
Sim. Esse sintoma é chamado de tenesmo e é comum quando o tumor está no reto ou na porção final do cólon.
O paciente sente que o intestino não esvaziou completamente, mesmo após evacuar.
Embora os exames endoscópicos e de imagem sejam essenciais para o diagnóstico, alguns exames laboratoriais ajudam na triagem e acompanhamento:
Detecta pequenas quantidades de sangue não visíveis, sendo um dos métodos mais usados na triagem populacional.
Avalia a presença de anemia ferropriva, comum em sangramentos crônicos do câncer colorretal.
Mensuram a quantidade de ferro e as reservas corporais, ajudando a confirmar anemia por perda de sangue.
Não é diagnóstico isolado, mas auxilia no acompanhamento do tratamento e na detecção de recidivas.
Há 74 anos, temos o compromisso de cuidar de você e da sua família com carinho e respeito. Contamos com uma equipe qualificada e equipamentos de última geração, proporcionando resultados confiáveis e precisos para garantir o melhor cuidado.
Entre em contato conosco através do site, do telefone: (21) 2719-9438 ou pelo WhatsApp: (21) 99004-6794.
Deixe um comentário